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	<title>Blog da RWF &#187; Artigos</title>
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		<title>O incrível posicionamento do Starbucks nas mídias sociais.</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2010/07/15/o-incrivel-posicionamento-do-starbucks-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 19:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geovanna Sobrinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Starbucks se tornou a primeira marca a alcançar o número de 10 milhões de fãs no Facebook, ficando à frente da gigante Coca Cola, com cerca de 7 milhões de fãs. Com todo esse sucesso, a marca está perto de alcançar até mesmo a ícone pop Lady Gaga, que conta com 10,4 milhões de fãs na rede. O Twitter do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Starbucks se tornou a primeira marca a alcançar o número de 10 milhões de fãs no Facebook, ficando à frente da gigante Coca Cola, com cerca de 7 milhões de fãs. Com todo esse sucesso, a marca está perto de alcançar até mesmo a ícone pop Lady Gaga, que conta com 10,4 milhões de fãs na rede. O <a href="http://twitter.com/starbucks">Twitter do Starbucks </a>está próximo de reunir 1 milhão de seguidores, deixando novamente a <a href="http://twitter.com/COCACOLA">Coca Cola </a>para trás, com apenas 53 mil.</p>
<p>O Starbucks tem o Facebook como parte fundamental do seu mix de marketing. Com um fluxo constante de promoções e cupons de desconto, o Starbucks dá ao usuário razões para se tornar um fã. Essa estratégia valida os resultados de um estudo feito pela <a href="http://www.razorfish.com/" target="_blank">Razorfish</a> no ano passado, que revelou que as técnicas tradicionais de marketing direto, como a oferta de descontos e promoções, são as chaves para o engajamento na construção de sites e perfís nas redes sociais.</p>
<p>Entretanto, parece que muitos varejistas ainda não estão seguindo esse exemplo. Apenas um quarto das 100 maiores varejistas on-line do mundo possuem presença formal no Facebook. Infelizmente, quem opta por não se conectar de forma positiva com seus clientes por meio das redes sociais perde a oportunidade de estreitar relacionamento com o consumidor e, dessa forma, deixa de personificar sua marca da melhor maneira possível.</p>
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		<title>Twitter transmite confiança aos consumidores.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 20:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geovanna Sobrinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com uma pesquisa realizada pela Fleishman-Hillard e pela Harris Interactive, as marcas que usam ferramentas como o Twitter para dar respostas em tempo real ao público estão conquistando cada vez mais a confiança dos consumidores. Cerca de 75% dos entrevistados disseram confiar mais nas empresas que possuem Twitter do que nas que não possuem. Sabemos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com uma pesquisa realizada pela <a href="http://fleishmanhillard.com/" target="_blank">Fleishman-Hillard</a> e pela <a href="http://www.harrisinteractive.com/" target="_blank">Harris Interactive</a>, as marcas que usam ferramentas como o Twitter para dar respostas em tempo real ao público estão conquistando cada vez mais a confiança dos consumidores. Cerca de 75% dos entrevistados disseram confiar mais nas empresas que possuem Twitter do que nas que não possuem.</p>
<p>Sabemos que através desse canal é possível estabelecer um diálogo verdadeiro com o consumidor, respondendo as suas perguntas com agilidade e transparência. A confiança cultivada ao lado dos clientes ao longo do tempo pode ajudar grandes empresas a superarem momentos de crise.</p>
<p>A <a href="http://fleishmanhillard.com/" target="_blank">Fleishman-Hillard</a>, parte do <a href="http://www.omnicomgroup.com/home">Omnicom Group</a>, fornece serviços de comunicação para empresas como a Johnson &amp; Johnson e Procter &amp; Gamble. Seu estudo examinou 4.243 pessoas em sete países, incluindo Estados Unidos e China. Na sua pesquisa, 90% dos entrevistados disseram que a internet alguma vez já ajudou a comparar as opções de produtos disponíveis do mercado e, como consequência, influenciou sua decisão de compra.</p>
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		<title>Como começa o seu dia online?</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2010/06/23/como-comeca-o-seu-dia-online/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 18:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geovanna Sobrinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo realizado pela ExactTarget descobriu como os americanos, com 15 anos  idade ou mais, começam o seu dia na rede. 58% das pessoas começam o seu dia verificando os e-mails, 20% vão primeiro a um site de busca e 11% acessam o Facebook. Curiosamente, 3% das pessoas entrevistadas tem como primeiro acesso do dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela ExactTarget descobriu como os americanos, com 15 anos  idade ou mais, começam o seu dia na rede.</p>
<p>58% das pessoas começam o seu dia verificando os e-mails, 20% vão primeiro a um site de busca e 11% acessam o Facebook. Curiosamente, 3% das pessoas entrevistadas tem como primeiro acesso do dia o site ou intranet da empresa onde trabalham, 5% acessam sites de notícias e 3% tem outros caminhos como primeira opção.</p>
<p>Através do primeiro destino online escolhido pelas pessoas, a ExactTarget identificou diferentes formas de relacionamento entre os usuários e as empresas na internet. </p>
<p>Aqueles que começam o dia verificando a caixa de e-mails tendem a orientar mais suas decisões de acordo com as informações armazenadas na rede e possuem mais tarefas diárias que podem ser resolvidas online do que as pessoas que começam o dia no Facebook ou no Twitter.</p>
<p>Entretanto, aqueles que começam o dia acessando o Facebook são os que mais recebem motivações pela internet. Eles têm as redes sociais como um local de entretenimento e de relacionamento com diferentes marcas, que certamente os influenciam em suas escolhas enquanto estão online.</p>
<p>E você, como começa o seu dia?</p>
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		<title>Dicas para fazer o tempo render</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2010/01/23/dicas-para-fazer-o-tempo-render/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 18:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Pacheco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É unanimidade: não conheço uma única pessoa que diga, em sã consciência, que consegue fazer tudo a que se propôs. Todos nós estamos atolados (ou atucanados, como se diz no Sul do país) em nossos afazeres diários. O resultado, além do estresse, é acabarmos deixando de lado projetos pessoais que nos dariam mais satisfação. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É unanimidade: não conheço uma única pessoa que diga, em sã consciência, que consegue fazer tudo a que se propôs. Todos nós estamos atolados (ou atucanados, como se diz no Sul do país) em nossos afazeres diários. O resultado, além do estresse, é acabarmos deixando de lado projetos pessoais que nos dariam mais satisfação.</p>
<p>Em meio a tantos e-mails que recebemos diariamente, um me chamou a atenção. Podem achar que é um texto de auto-ajuda, mas realmente gostei da abordagem e acho que as dicas podem funcionar. A autoria é de <a href="http://christinekane.com/blog/">Christine Kane</a>, norte-americana consultora em criatividade. Aí vai, em uma tradução mais do que livre.</p>
<p><strong>Superando a falta de tempo: 5 segredos práticos para melhorar a produtividade</strong></p>
<p><em>Por Christine Kane</em></p>
<p>A falta de tempo é um dos assuntos que mais trato com meus clientes todos os dias. Claro que não é uma surpresa. As pessoas com quem eu trabalho em meus programas de coaching tendem a ter algo em comum: são pessoas criativas, com muitas ideias em mente e a vontade de colocá-las a serviço do mundo (se você está lendo isso, provavelmente também é esse tipo de pessoa).</p>
<p>Pessoas criativas são constantemente desafiadas pelo lado prático do dia-a-dia. Tarefas, organização, finanças, coisas que precisam ser feitas. Nada disso é fácil! E a falta de tempo passa a ser um hábito em nossas vidas.</p>
<p>Mas o problema é o seguinte: a falta de tempo deixa você sugado emocionalmente, constantemente com a sensação de que nunca vai tirar o atraso. Você pode aceitar que terá falta de tempo regularmente, mas também pode tomar medidas práticas para superar esse problema. Aqui estão cinco segredos que eu aprendi ao longo da minha jornada e que me ajudam sempre a manter o foco necessário.</p>
<p><strong>1 – Caia fora da rede</strong></p>
<p>Se você tem a sensação de estar sempre atrasado, correndo atrás do prejuízo, então sabe o que significa estar preso a uma rede. Muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, e você nem consegue parar para se organizar. Muitos de nós passam a vida dessa forma. Desde o momento em que acordamos, começamos a reagir a algo.</p>
<p><span id="more-428"></span>Se isso vale para você, então chegou a hora de se livrar dessa rede e começar um novo hábito que eu chamo de Self-Summit. Self-Summit é uma prática semanal de 30 minutos – perfeita aos domingos – durante a qual você se conecta com suas intenções, lembra suas metas e define prioridades. Você deve olhar para a semana à sua frente e:</p>
<ul>
<li>listar suas três prioridades (não 57!) para a semana</li>
<li>deixar claro os compromissos dessa semana</li>
<li>agendar seu tempo para não trabalhar, tempo para escrever, para relaxar&#8230;</li>
</ul>
<p>Essa prática ajuda a manter o foco. Mesmo que sua semana não seja exatamente como planejada, será melhor do que se não tivesse plano algum.</p>
<p><strong>2. Projeto x Tarefa</strong></p>
<p>Essa é a sua lista de tarefas? “Pintar a casa. Criar um website. Escrever um livro. Comer de forma mais saudável.” Se é, então você ainda não aprendeu a discernir entre projeto e tarefa.</p>
<p>Projeto é algo grande&#8230; como um website! Ele permanecerá na sua lista de tarefas como uma enorme pedra, que vai lembrá-lo da sua incapacidade cada vez que olhar para ele. Por outro lado, uma tarefa é algo que você consegue completar rapidamente, como “escrever uma página”, ou “contratar o fotógrafo”.</p>
<p>Aprenda a dividir seus projetos em tarefas quando fizer o seu exercício Self-Summit, e você reduzirá a sua sensação de estar atolado em pelo menos 75%.</p>
<p><strong>3. Tenha a sensação de completar algo</strong></p>
<p>Eu sempre faço meus clientes estabelecerem metas tão pequenas para a semana que eles costumam rir de mim. Eu faço isso porque a maioria das pessoas criativas com quem trabalho simplesmente nunca experimentaram a sensação de terminar algo.</p>
<p>Quando você tem essa sensação, você consegue manter a sua motivação. Quando você está correndo atrás da sua lista com 73 itens para fazerm você fica exausto e é capaz de não completar nenhum deles. Faça a sua lista do tamanho que conseguirá terminá-la. Pense no sentimento de completar algo como uma vitamina que o tornará imune ao estresse de se sentir sobrecarregado.</p>
<p><strong>4. Use um timer</strong></p>
<p>Isso pode soar simples e estúpido. Mas me ouça!</p>
<p>Vamos dizer que você estabeleceu duas horas para escrever o capítulo 4 do seu livro. Defina o timer para 55 minutos, e escreva. Não use um minuto a mais, nem a menos. Tenha um intervalo de 5 minutos. Então, ajuste o timer para mais 55 minutos.</p>
<p>Enquanto o relógio está correndo, você não será tentado a olhar nos seus e-mails ou sair para tomar um café. Esse é um jogo eficiente para mantê-lo na cadeira, e focado na sua tarefa. Até meus clientes mais céticos passaram a valorizar o timer.</p>
<p><strong>5. Elimine o “tudo ou nada”</strong></p>
<p>Muitas pessoas criativas só veem duas opções: ser divertido, carinhoso, caótico, criativo e espontâneo; ou ser um robô entediante, que nunca experimentou o amor ou a alegria.</p>
<p>Isso é chamado de “tudo ou nada”, uma crença limitada. É um pensamento completamente falso e até destrutivo, que vai te manter sempre na posição de tentar alcançar algo.</p>
<p>A dica para não ser sugado por suas tarefas é jogar com esses novos hábitos. Ter astúcia para fazê-los trabalhar para você. Muitas pessoas usam o “tudo ou nada” como uma desculpa para nem tentar. Eles desistem do seu caminho muito facilmente.</p>
<p>Não espere ser perfeito assim que começar a lidar com a sobrecarga de tarefas. Mas sim, espere manter esses hábitos para superá-las.</p>
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		<title>Ambiente bem humorado favorece produtividade</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 14:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Senatore</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[bom humor]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Ana Beatriz Silva Ainda hoje, muitas empresas acreditam que manter o funcionário ansioso e estressado torna-o mais produtivo. A curto prazo, isso pode ser aparentemente verdadeiro, pois as pessoas correm contra o tempo e vivem em função daquela tarefa, em detrimento de quaisquer outros aspectos de sua vida. Estimular a competição entre funcionários tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Beatriz Silva</em></p>
<p>Ainda hoje, muitas empresas acreditam que manter o funcionário ansioso e estressado torna-o mais produtivo. A curto prazo, isso pode ser aparentemente verdadeiro, pois as pessoas correm contra o tempo e vivem em função daquela tarefa, em detrimento de quaisquer outros aspectos de sua vida. Estimular a competição entre funcionários tem o mesmo efeito, mas a longo prazo estas políticas podem se voltar contra a produtividade das empresas.</p>
<p>Trabalhadores submetidos a ambientes estressantes e chefias desagradáveis tendem, com o passar do tempo, a associar trabalho com desprazer e sofrimento e culpam a empresa pelo prejuízo em suas vidas pessoais, perdendo assim o senso de pertencimento e &#8216;time&#8217; que as empresas tanto cobram, mas não estimulam.</p>
<p>Por outro lado, quem não gosta de ir a um determinado local, em que irá encontrar um ambiente mais leve, em que você poderá rir e destacar o lado cômico de situações que seriam apenas trágicas e estressantes? E por que o trabalho não pode ser este local?</p>
<p><span id="more-348"></span>Um ambiente de trabalho em que a pessoa pode permitir-se ser bem humorada na dose certa – sem ser taxada de displicente – é fundamental para o aumento da produtividade e satisfação no trabalho. Atitudes simples, como deixar revistas de humor e em quadrinhos na área do cafezinho da empresa, ajudam os funcionários a confraternizarem e arejarem a mente por alguns instantes.</p>
<p>A empresa americana Southwest Airlines, não pára de crescer, é conhecida por adotar políticas humanísticas no trato com seus funcionários. A empresa parte da premissa simples de que com funcionários felizes seus clientes estarão satisfeitos. Nessa empresa, o potencial de bom humor do empregado é avaliado desde a fase de recrutamento e seleção, em que se pede que o candidato conte algum problema profissional, que ele soube contornar com bom humor.</p>
<p>Ambiente de trabalho em que falta humor e bons relacionamentos aumentam em muito a probabilidade de os funcionários desenvolverem doenças causadas por estresse, indo de uma simples gripe à depressão e ansiedade aguda. O estresse que empresas equivocadamente consideram benéfico, será multiplicador dos casos de absenteísmo mais tarde.</p>
<p>Muitas pessoas deixam empregos em busca de outras colocações, procurando por maior qualidade de vida. Os prejuízos causados às empresas por elevada rotatividade de pessoal são bem conhecidos. Portanto, acumulam-se prejuízos de ordem financeira e produtiva.</p>
<p>O bom humor estimula a criatividade, a solidariedade e diminui a ansiedade. Através dele, funcionários podem vislumbrar saídas para questões complicadas – pois tiram a &#8216;lente vermelha&#8217; da qual enxergam o assunto – e podem ser mais eficientes na tarefa de conquistar e manter o cliente. Claro que bom senso é fundamental e não se trata de fazer piada de tudo ou não levar nada a sério. Na verdade, bom humor no trabalho deve ajudar a não deixar-se dominar por raiva, ressentimento e temor, sentimentos que afloram em empresas dominada pela &#8216;política do estresse&#8217;.</p>
<p>Se as pessoas precisam passar a maior parte de seus dias em seu ambiente de trabalho, convivendo com colegas, é melhor que este ambiente seja fraterno, estimulante, agradável e – por que não? – divertido.</p>
<p>*Ana Beatriz Silva é psiquiatra</p>
<p>Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/vyaestelar/humor_trabalho.htm">Vya Estelar</a></p>
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		<title>Publicidade ou propaganda?</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2009/03/26/publicidade-ou-propaganda/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 15:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Micheletti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[diferença entre publicidade e propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem estávamos conversando sobre a diferença entre propaganda e publicidade aqui na agência e achei um tema interessante para postar aqui. A propaganda é qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de idéias, bens ou serviços por um patrocinador identificado. Ela pode ser definida como atividades que tendem a influenciar o homem. A Propaganda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem estávamos conversando sobre a diferença entre propaganda e publicidade aqui na agência e achei um tema interessante para postar aqui.</p>
<p>A propaganda é qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de idéias, bens ou serviços por um patrocinador identificado. Ela pode ser definida como atividades que tendem a influenciar o homem. A Propaganda é, portanto uma propagação de idéias, mas, sem finalidade comercial.</p>
<p>Já a publicidade é definida como a arte de despertar no público o desejo de compra, levando à ação. Esse desejo surge por meio de um conjunto de técnicas de ação coletiva, utilizadas com o objetivo de obter, além de conquistar, manter ou aumentar o número de clientes.</p>
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		<title>Informação demais. Será?</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2009/03/25/informacao-demais-sera/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 19:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão já veio à tona diversas vezes: informação demais atrapalha? Resolvi voltar a esse assunto depois de ler, num post do Alessandro Martins, uma frase de Tim Berners-Lee, um dos criadores da World Wide Web – ou WWW, a própria internet. Sentir-se saturado pela existência de tantas coisas na rede é como se sentir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão já veio à tona diversas vezes: informação demais atrapalha? Resolvi voltar a esse assunto depois de ler, num <a href="http://queroterumblog.com/a-massa-esmagadora-e-as-paisagens/">post do Alessandro Martins</a>, uma frase de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Berners-Lee">Tim Berners-Lee</a>, um dos criadores da World Wide Web – ou WWW, a própria internet.<br />
<strong></strong></p>
<ul> <strong>Sentir-se saturado pela existência de tantas coisas na rede é como se sentir saturado pela massa de magníficas paisagens no campo. Você não é obrigado a visitá-las, mas é agradável saber que elas estão lá. Especialmente pela liberdade e variedade.</strong></ul>
<p>Ter tudo o que você precisa ali, disponível a um clique, está mudando nosso modo de vida – a forma de fazer compras, de criar e manter relacionamentos, de aprender sobre os mais diversos assuntos. Quem não gosta de abrir um site que mostra quanto custa a geladeira que você quer comprar em diversas lojas ao mesmo tempo? E a facilidade de conquistar novos amigos em fóruns e sites de relacionamento? Eu mesma, somente no último ano, aprendi um novo hobby, conheci dezenas de pessoas (muitas delas pessoalmente depois) e adquiri uma série de livros que não existem no Brasil via internet.</p>
<p>Nós nos tornamos, por exemplo, consumidores mais conscientes e exigentes, o que faz com que as empresas prestem muito mais atenção às suas atitudes e à forma como se relacionam com os clientes.<br />
Além disso, a inclusão digital, ainda que em câmera lenta, está democratizando o acesso à informação. A minha assistente lá de casa, por exemplo, recentemente montou um perfil no Orkut e conversa por MSN com a filha que mora em Campinas. O filho dela, de 17 anos, estuda, procura emprego e conversa com os amigos pela internet.</p>
<p>Para mim, o ditado “tudo o que é em excesso é ruim” não vale nesse caso. Coerente com a minha formação em jornalismo, acredito que informação nunca é demais. Apenas depende de cada um de nós desenvolver as habilidades necessárias para usar corretamente essa tecnologia: aprender a priorizar, focar no que interessa e não se deixar dispersar são algumas delas. Sabendo usar, só temos a ganhar com a internet. E, como diz Berners-Lee: é bom saber que tudo está ali, à nossa espera.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não à violência contra a mulher!</title>
		<link>http://blog.rwf.com.br/2009/02/17/nao-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 12:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andréa Cobra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[chris brown]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[O caso relatado na última semana na imprensa mundial sobre a agressão do rapper Chris Brown à namorada, a cantora pop Rihanna (foto), nos Estados Unidos, reacende a discussão: o que leva um parceiro a usar força física para subjugar sua companheira? Em pleno século XXI, após a emancipação feminina, a conquista ao direito de votar, a criação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.rwf.com.br/wp-content/uploads/2009/02/rihanna341.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-195 alignleft" title="rihanna341" src="http://blog.rwf.com.br/wp-content/uploads/2009/02/rihanna341-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" align="left" /></a>O caso relatado na última semana na imprensa mundial sobre a agressão do rapper Chris Brown à namorada, a cantora pop Rihanna <em>(foto),</em> nos Estados Unidos, reacende a discussão: o que leva um parceiro a usar força física para subjugar sua companheira?</p>
<p>Em pleno século XXI, após a emancipação feminina, a conquista ao direito de votar, a criação da pílula anticoncepcional, entre outras vitórias, é inadmissível que as mulheres ainda sejam vitimizadas por aqueles que deveriam partilhar com elas sua intimidade com respeito, confiança e carinho.</p>
<p>De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgados em 2001, de 10% a 34% das mulheres do mundo já foram agredidas por seus parceiros; 30% das primeiras experiências sexuais delas foram forçadas e 52% das mulheres são alvo de assédio sexual. Isso tudo, sem contar o número de homicídios praticados pelo marido ou companheiro sob a alegação de legítima defesa da honra.</p>
<p>No Brasil, o cenário não é mais animador. O portal Violência contra a Mulher (<a href="www.violenciamulher.org.br">www.violenciamulher.org.br</a>) informa que de 2004 a 2006 aumentou o nível de preocupação com a violência doméstica em todas as regiões do país, menos no Norte / Centro-Oeste, que já tem o patamar mais alto (62%). Nas regiões Sudeste e Sul o nível de preocupação cresceu, respectivamente, 7 e 6 pontos percentuais. Na periferia das grandes cidades esta preocupação passou de 43%, em 2004, para 56%, em 2006.</p>
<p>As estatísticas demonstram que a violência contra a mulher está presente em todas as culturas e estratos sociais, denotando a importância de ações efetivas contra os agressores que a maior parte das vezes coabitam com as vítimas. A prática não está apenas ligada a fatores sociais, como desemprego, alcoolismo, entre outros, e incide também nas classes média e alta, que fazem menos denúncias com receio da perda de status ou exposição vexatória.</p>
<p>O mecanismo mais eficaz de punição ainda é a denúncia. Sejam ou não famosas, as mulheres têm de lutar por seus direitos e contribuir para a erradicação da violência contra o gênero de nosso meio. Silenciar é ser cúmplice do algoz e permitir a multiplicação dos abusos.</p>
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		<title>Esses são os profissionais do século?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 14:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Micheletti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais do século]]></category>
		<category><![CDATA[trotes universitários]]></category>
		<category><![CDATA[trotes violentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa mais um ano letivo nas universidades brasileiras e a história da violência nos trotes se repete. A mídia noticiou nos últimos dias atrocidades cometidas contra alunos que acabaram de ingressar nas faculdades. O sonho de uma nova vida, cheia de descobertas e sucesso, se transforma em vergonha e motivo de tristeza para os estudantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa mais um ano letivo nas universidades brasileiras e a história da violência nos trotes se repete. A mídia noticiou nos últimos dias atrocidades cometidas contra alunos que acabaram de ingressar nas faculdades. O sonho de uma nova vida, cheia de descobertas e sucesso, se transforma em vergonha e motivo de tristeza para os estudantes e suas famílias.</p>
<p>Fiquei sensibilizada ao ver o pai de um garoto dando entrevista na TV com seu filho jogado no banco do carro totalmente inconsciente depois de ter sido vítima de brutalidade praticada por veteranos. E ele não foi o único. Li até o caso de uma jovem grávida de três meses que foi queimada durante o trote.</p>
<p>As pessoas estão cada vez mais violentas, sem princípios morais e perspectiva de vida, por isso tanta falta de respeito umas com as outras. E além de tudo isso, daqui há 4 ou 5 anos, essas pessoas sairão da universidade para prestar atendimento em hospitais, cuidar de nossos dentes, construir casas e até mesmo dar aula para nossos filhos.</p>
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		<title>10 coisas que todo designer deve saber, mas nunca vai aprender num curso</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Senatore</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte e Design]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Michael McDonough]]></category>
		<category><![CDATA[The Architect’s Newspaper]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo 10 dicas para quem trabalha ou pretende trabalhar com design. Esses conselhos foram inspirados num texto do arquiteto norte-americano Michael McDonough, publicado originalmente na The Architect’s Newspaper. 1. Talento não é tudo Talento é importante em qualquer profissão, mas também não é garantia de sucesso. Trabalho duro e sorte são fatores igualmente essenciais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira abaixo 10 dicas para quem trabalha ou pretende trabalhar com design. Esses conselhos foram inspirados num texto do arquiteto norte-americano Michael McDonough, publicado originalmente na <a href="http://www.archpaper.com">The Architect’s Newspaper</a>.</p>
<p><strong>1. Talento não é tudo</strong><br />
Talento é importante em qualquer profissão, mas também não é garantia de sucesso. Trabalho duro e sorte são fatores igualmente essenciais. Na verdade, se você não é muito talentoso, pode ainda se dar bem se investir nos outros dois fatores &#8211; não me pergunte como investir na sua sorte, tente um guru.</p>
<p><strong>2. A maior parte do trabalho é um saco</strong><br />
Na faculdade pode parecer que todo o trabalho do designer é super-legal. Já na vida real, na maioria do tempo temos que mexer com papelada, rascunhar coisas chatas, checar fatos, negociar, vender, juntar dinheiro, pagar taxas, e por aí vai. Se você não aprender a gostar do trabalho chato, nunca terá sucesso.</p>
<p><strong>3. Se tudo é igualmente importante, então nada é realmente importante</strong><br />
Quais dessas máximas um designer deve seguir: “não se atenha apenas aos detalhes” ou “Deus está nos detalhes”? A palavra de ordem deve ser hierarquia. Tudo é importante, sim. Mas algumas coisas são mais do que outras.</p>
<p><strong>4. Não pense demasiadamente num problema</strong><br />
Designers são obsessivos por natureza. Não tente prolongar ou complicar um problema quando você já tiver a solução. Bola para frente!</p>
<p><strong>5. Comece com o que você sabe</strong><br />
Na língua do design isso significa “desenhe o que você sabe”. Comece pelo começo: coloque no papel, ou tela, aquilo que você sabe e compreende. Depois, trabalhe sobre o que desconhece, resolvendo as questões complexas e removendo-as uma por uma. Todo designer deveria seguir esse princípio.</p>
<p><strong>6. Não esqueça seu objetivo</strong><br />
Estudantes e jovens designers geralmente encontram soluções brilhantes para os problemas, mas na seqüência acabam perdendo o foco e despendendo esforços em vão. Um pensamento original é um presente dos deuses, principalmente quando você se atém a seu objetivo.</p>
<p><strong>7. Equilibre seu ego</strong><br />
Excesso de confiança é tão prejudicial quanto baixa auto-estima. Seja humilde ao lidar com um problema. Identifique e aceite sua ignorância. Não abuse de seu poder de criar coisas, nem subestime suas dificuldades, caso contrário você poderá ser surpreendido &#8211; e não será uma surpresa agradável.</p>
<p><strong>8.  Defenda suas idéias ou “de boas intenções o inferno está cheio”</strong><br />
Inovação e idéias brilhantes vão contra a natureza do contrato social. Para que elas sejam bem-sucedidas você terá que defendê-las e terá que envidar grandes esforços. Entretanto, a maioria fracassa. Prepare-se para trabalhar duro, prepare-se para falhar algumas vezes e também para ser rejeitado. O trabalho do designer tem muito em comum com as artes marciais: assim como um judoca no tatame, você nunca deve subestimar seu oponente. E se você acredita na excelência e na criatividade, seus oponentes serão inúmeros.</p>
<p><strong>9. Resultado</strong><br />
Não importa o quão eficaz são suas habilidades diante de um computador, o quão brilhante é a sua escrita ou o quão excepcional qualquer habilidade sua é; se você não conseguir vinculá-las ao resultado, basicamente elas não existirão. Resultados. Lembre-se disso: vincule suas habilidades aos resultados.</p>
<p><strong>10. O resto do mundo é importante</strong><br />
Se você espera realizar alguma coisa em sua vida, você vai inevitavelmente precisar de todas aquelas pessoas que você odiava no colegial e na faculdade. Um terno não faz de você um gênio. Não importa o quão espetacular é o seu design: alguém terá que construir ou manufaturar a peça para você. Alguém terá que assegurá-la. Alguém terá que comprá-la. Respeite todas essas pessoas. Afinal, você precisa delas.</p>
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