Dia desses, navegando na rede, encontrei uma matéria bacana, no site da revista Época, sobre os bastidores do Jornal Nacional, que completou 40 anos. O texto foi publicado em agosto de 2009, período em que foi lançado o livro Jornal Nacional – Modo de Fazer, de autoria de William Bonner. O título do post refere-se à forma como o telejornal foi chamado por seu primeiro editor, Armando Nogueira: Boeing.
De imediato, minha atenção foi despertada pela assinatura da matéria: Ivan Martins. Além de ser um dos editores da publicação, escreve crônicas semanais sobre comportamento, das quais sou assídua leitora. Imaginei que o texto era interessante e não me enganei.
Ao longo da matéria, ele reproduz a correria dos bastidores da produção do telejornal mais assistido do Brasil e ao mesmo tempo reflete sobre as diferenças nos prazos de entrega de trabalhos entre as mídias. Em primeira pessoa, afirma que seu texto levou três dias para ficar pronto, tempo este suficiente para três JNs irem ao ar.
Na faculdade, aprendemos o que é jornalismo, mas não o timing exigido em cada área da profissão. Atuando nas mídias eletrônicas ou impressas ou do outro lado do balcão, nas assessorias de comunicação, somos profissionais moldados pelo meio em que nos inserimos e assimilamos as atribuições de nosso ofício no dia a dia.
Uma coisa é certa: abraçar essa profissão é viver sem certezas absolutas, não ter medo do novo, estar exposto a imprevistos e pautar sua atuação pela verdade.
Leia a matéria aqui.
